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domingo, 6 de maio de 2012
quinta-feira, 19 de abril de 2012
domingo, 8 de abril de 2012
terça-feira, 27 de março de 2012
domingo, 29 de janeiro de 2012
Bar do Léo, Sta. Efigênia, Sampa...
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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
sábado, 26 de novembro de 2011
domingo, 30 de outubro de 2011
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Cerveja & Queijo... Bem-casados!
Queijo & vinho? Estão se divorciando. Casamento promissor mesmo é o do queijo com a cerveja. Mas antes de sair por aí apostando cegamente na parceria, confira as afinidades. Afinal, qualquer relação tem suas regras. Dizer que vinhos e queijos não "casam" bem é uma maneira bastante confiável de causar espanto em seu interlocutor. Ainda mais se a frase seguinte for "a combinação ideal é com cervejas". Um bom argumento para continuar a conversa, porém, é o vídeo Cheese Wats, em que Garrett Oliver, mestre-cervejeiro da nova-iorquina BrooklynBrewery, e uma sommelière apresentam cervejas e vinhos a uma plateia, para harmonização com queijos. No final, a decisão é do público - que, em geral, no final acaba tendendo à cerveja. Oliver costuma dizer que cerveja e queijo combinam tão bem "que não se sabe onde um começa e o outro acaba" quando degustados em conjunto.
Mas por quê isso ocorre?! Especialistas apontam quatro elementos da cerveja que facilitam a harmonização, juntos ou isoladamente: o amargor do lúpulo, a acidez, o teor alcoólico e a carbonatação. Eles ajudam a cortar a gordura do queijo e refrescar a boca, além de, em alguns casos, enfatizar o sabor do queijo.
Mas por quê isso ocorre?! Especialistas apontam quatro elementos da cerveja que facilitam a harmonização, juntos ou isoladamente: o amargor do lúpulo, a acidez, o teor alcoólico e a carbonatação. Eles ajudam a cortar a gordura do queijo e refrescar a boca, além de, em alguns casos, enfatizar o sabor do queijo.
A variedade do malte ainda encontra semelhanças com os laticínios - queijos mais envelhecidos, com notas amendoadas, casam bem com cervejas com maltes que tenham características similares. E assim como pães e queijos combinam, maltes que remetem a grãos causam a mesma sensação aos degustadores. Há, ainda, variáveis como a levedura e condimentos adicionados à cerveja que podem, por exemplo, torná-la cítrica e condimentada, par perfeito ao chèvre e até ao gorgonzola. Motivo certo para "divórcio", porém, é tentar unir cervejas potentes com queijos suaves e vice-versa.
No Brasil, um dos eventos pioneiros - se não o primeiro - em que cerveja e queijo foram harmonizados por especialistas ocorreu em 2006, em São Paulo. Juliano Mendes, ex-sócio da cervejaria Eisenbahn, de Blumenau, conta ter convidado cervejeiros e produtores de queijo. "Provamos todos os queijos disponíveis à época com nossas cervejas. Saímos quase com uma ‘overdose’ de queijo, mas foi impressionante." Desde então, a cervejaria - e outros produtores - passaram a trabalhar com a harmonização.
Na onda da descoberta das cervejas especiais pelos italianos, alguns produtores do país, foram questionados no sentido de qual seria a melhor combinação da bebida com o parmigiano-reggiano, queijo de origem controlada e um dos mais conhecidos em todo o mundo.
Teo Musso, da cervejaria Baladin, afirma ter feito vários testes do queijo com suas cervejas, e a que mais combinou foi a Mielika, belgian strong ale que, como sugere o nome, leva mel na receita. Giovanni Campari, do Birrificio del Ducato, perto de Parma, indicou sua A.F.O. (Ale For Obsessed), pale ale de 5,4% com notas de malte caramelo e amargor persistente. "A cerveja ‘chama’ o queijo e vice-versa." Os dois rótulos são encontrados no Brasil.
Bruno Carilli, da Toccalmatto, também vizinha a Parma, gosta de harmonizar o parmigiano-reggiano com sua Gran Cru. Para consolar degustadores - a cerveja não é vendida no Brasil -, ele sugere ainda a belga Rodenbach Gran Cru, esta sim disponível por aqui.
Casa Santa Luzia - Al. Lorena, nº1.471, Jd. Paulista, T: 3897-5000
Empório Alto dos Pinheiros - R. Vupabussu, nº305, Pinheiros, T: 3031-4328
Frangó - Largo da Matriz de Nossa Senhora do Ó, nº168, Freguesia do Ó, T: 3932-4818
Melograno - R. Aspicuelta, nº436, V. Madalena, T: 3031-2921
Pão de Açúcar - Av. Marginal dos Pinheiros, Real Parque, T: 3758-5886
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domingo, 16 de outubro de 2011
sábado, 3 de setembro de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
segunda-feira, 28 de março de 2011
Sais Exóticos e Deliciosos...
Foi-se o tempo em que o Sal era o mais simples dos ingredientes.
O sal, simples sal branco recebido pelos soldados romanos por suas proezas nos campos de batalha – daí a expressão salário – sofisticou-se. Hoje, além de outros sais naturais descobertos mundo afora – negro, vermelho, rosa, marrom e outros – há um grande número de sais aromatizados: com trufas, ervas, pimentas, cogumelos, cacau, baunilha e até com vinho, fazendo a festa de chefs profissionais e amadores. Destacamos aqueles sais considerados os mais exóticos e interessantes do mundo. Flôr de Sal de Guérande
Colhido após se cristalizar na superfície das salinas dessa região ao Sul da Bretanha, na França, é o sal mais famoso de todos, conhecido pela finesse de seu sabor. Sal Alaea Rouge do Havaí
Procede da ilha de Molokai, ganha sua cor terracota por causa da argila vulcânica "Alaea". Seu gosto lembra a da avelã tostada. Sal Murray River da Austrália
Colhido nessa região após evaporação natural, tem uma textura crocante e é muito aromático, excelente para peixes e frutos do mar. Sal Negro do Havaí
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